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Os desafios da formação técnica no Brasil

Fonte: AURESIDE e Instituto da Automação

Os desafios da formação técnica no Brasil

Um editorial do jornal O Estado de São Paulo (em julho de 2018) destaca alguns números que merecem nossa atenção com relação à formação de nossos jovens:

"Segundo o Ministério do Trabalho, apenas 10% dos brasileiros na faixa etária até os 17 anos recebem educação profissionalizante, tendo condições assim de acompanhar a revolução que a Indústria 4.0 vem causando. No Japão, na Finlândia e na Áustria, o índice varia de 70% a 76% da população jovem. Os números mostram as dificuldades enfrentadas pelo Brasil para formar capital humano, condição indispensável para a passagem a níveis mais sofisticados de produção e para a ocupação de espaços cada vez maiores no mercado mundial. Também revelam que o País continua incapaz de formar mão de obra tão produtiva e tão adaptável quanto a de outras economias emergentes."

Por outro lado, esta deficiência atual na formação técnica provoca situações de certa forma anormais relacionadas ao nível de remuneração oferecido pelo mercado, como mostra o parágrafo abaixo:

 

Num período de constantes e rápidas transformações tecnológicas, em que algumas profissões vão sendo extintas e outras vão surgindo, exigindo modos de formação e treinamento novos e sem a obrigatoriedade de curso superior, chegou a hora de rever o sistema educacional. Mais precisamente, chegou a hora de tomar consciência de que, em várias áreas do conhecimento, um ensino técnico de qualidade oferece às novas gerações melhores oportunidades profissionais do que as propiciadas pelo ensino superior tradicional. Segundo o Ministério do Trabalho, técnicos de áreas como eletromecânica, química e energia ganham R$ 7,2 mil por mês, em média, com apenas um ano de experiência no mercado de trabalho. É um salário superior ao de áreas que exigem diploma universitário, como jornalismo, comunicação, sociologia e economia.

 

Neste momento, o mercado de Automação Residencial e Predial se enquadra dentro desta questão, onde a formação técnica que capacite profissionais para áreas como instalação e programação vem suprir uma carência básica detectada e promete àqueles que investirem nesta formação um destacado posicionamento no mercado de trabalho.

 

Através do Instituto da Automação, a AURESIDE e seus apoiadores pretendem reduzir esta lacuna e introduzir novos e capacitados profissionais no mercado em curto prazo para impulsionarem os negócios.

 

Neste contexto, sugerimos a leitura deste artigo que trata desta questão sob a ótica das necessidades constatadas para atender os novos projetos de edificações.

 

Para conhecer a proposta do Instituto da Automação, visite o site www.institutodaautomacao.com.br 

 

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